PROVOCANDO
UMA RESCISÃO CONTRATUAL
Rinara foi contratada pelo Cintra Ltda como operadora
de computador por prazo determinado. Um mês após sua admissão, foi advertida
verbalmente pela sua chefia por ter chegado uma hora trasada ao trabalho, sem
justificativa.
Quinze dias após esse acontecimento, uma falta provocou uma
nova advertência, dessa vez por escrito, do departamento pessoal, pois o
atestado médico apresentado por Rinara para justificar a sua falta era duvidoso
pela sua origem e pela falta de gravidade que representava. Ela deveria avisar
seu chefe que iria faltar ou mesmo poderia ter retornado após a sua consulta (se
é que chegou a ser consultada...).
Diante dessa situação, Rinara confidenciou
a uma colega que não queria mais permanecer na empresa, pois recebe pouco e que,
já que não era efetiva e dentro de pouco tempo teria que sair de qualquer maneira,
iria provocar uma saída antecipada para se favorecer.
Ontem ela pediu para sua
supervisora que a liberasse do trabalho à tarde pois tinha que resolver um
problema particular. Indagada sobre o problema, Rinara, rispidamente, alterando
a voz, inclusive faltando com o respeito, respondeu à supervisora que essa era
uma questão particular e que ela não tinha nada a ver com isso. Diante da
atitude de Rinara, na frente dos colegas de seção, a supervisora procurou o
gerente de pessoal para que resolvesse a situação.
Você é o gerente de
pessoal.
O que você aconselharia à supervisora?
Que atitude tomaria com
Rinara?
Comente o case no espaço abaixo
Caso extraído do livro Administração de recursos Humanos: Do
operacional ao estrategico. Jean Pierri Marras, 2000, p. 197.