domingo, 16 de outubro de 2011

“TUDO O QUE O SEU EMPREGADO FAZ NO COMPUTADOR, É PROBLEMA SEU”


Postado por: admin em Artigos

Publicada em 22/09/2010 pela Empresas e Negócios.

Se o empregado comete crimes, o empregador também paga por eles. Mas há maneiras de minimizar as dores de cabeça provocadas pelos empregados na rede mundial de computadores Muitos empresários ainda não sabem disso e precisam ficar atentos: no ambiente de trabalho, tudo que qualquer empregado acessa, faz ou envia pela internet, é responsabilidade da empresa. Não interessa se quem fez foi o diretor ou um funcionário de baixo escalão – o empregador sempre responde pelo que seus empregados fazem na rede mundial de computadores. Segundo a advogada paulista Cristina Sleiman, especializada em direito digital, a taxa de empregados que usam a internet de maneira indevida é alta “Muitos não têm a percepção do alcance da internet e das conseqüências do que fazem na rede. Casos de ofensas em redes sociais e até de pornografia infantil são mais comuns do que se imagina e acabam se tornando enormes problemas para os empresários”, comenta. “Se um funcionário possuir e divulgar arquivos de pedofilia, ele e o gestor da empresa podem ser processados. O processo criminal corre contra pessoa física. E neste caso, se o juiz entender que não foi tomado as medidas de prevenção cabíveis, o gestor poderá responder por negligência”, exemplifica. Para a advogada, é fundamental que as empresas tenham um sistema de monitoramento de seus computadores e, paralelamente, implantem uma política interna de uso dos recursos tecnológico. Importante: tudo isso deve ser amplamente divulgado entre os empregados. “Só assim a empresa consegue diminuir (e muito) os riscos de enfrentar problemas jurídicos decorrentes da ação dos empregados na rede mundial de computadores”, afirma. Há controvérsias É claro que acompanhar e supervisionar a performance do empregado nos computadores da empresa não é algo aceito por todos. Existe uma grande discussão sobre o que pode ser monitorado. E o e-mail é o carro chefe dessa discórdia: muitos alegam que monitorar o conteúdo do endereço eletrônico pessoal do funcionário é invasão de privacidade, da mesma forma que muitos defendem que a tese contrária. Para estes, o que está armazenado nos computadores da empresa, à empresa pertence. Essa discussão, inclusive, acontece no mundo todo. Em 2008, Scott Sidell ficou famoso com o seu processo contra a Structured Settlement Investments, onde era analista. Ao desconfiar de que iria ser demitido, Scott passou a trocar e-mails com seus advogados, para planejar ações que tomaria caso a demissão ocorresse. Alguns dias depois, Sidell foi mesmo demitido, mas para sua surpresa, ao iniciar o processo trabalhista, o analista descobriu que a empresa já sabia das suas estratégias – ela estava monitorando o e-mail pessoal do funcionário, registrado no domínio Yahoo.com. A partir disso surgiu um novo processo. Scott Sidell processou a empresa por invasão de conteúdo particular. O caso teve repercussão internacional, ganhando as manchetes de jornais eletrônicos do mundo inteiro. O processo, que ficou sob julgamento da justiça de Connecticut por um ano e meio, acabou sendo arquivado após comum acordo entre as partes. Segundo Cristina Sleiman, no Brasil, o entendimento já está consolidado: a empresa pode, sim, monitorar, desde que haja prévia ciência pelo empregado. E esta questão ocorre pelos documentos jurídicos, políticas, normas e termos de ciência e/ou responsabilidade. Afirma ainda que é para evitar esse tipo de situação – e outras piores, como o roubo de dados sigilosos da empresa – que é necessário uma Política de Segurança da Informação e Normas de Uso dos Recursos Tecnológicos. Esses são documentos jurídicos que podem garantir, futuramente, menos dor de cabeça para os gestores.”

Esse artigo foi postado para fins didáticos da disciplina de Adm. De Recursos Humanos II. Os créditos são do autor que publicou no link: http://www.portalrh.com.br/_/artigos

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quarta-feira, 7 de setembro de 2011

A IMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO SUPERIOR

Ao longo da minha vida tive várias experiências importantes, muitas desafiadoras, outras nem tanto. Mas certamente uma delas foi passar por um curso superior. Iniciei minha vida profissional e permaneci na atividade operacional por seis anos sem sentir a necessidade de investir na minha formação. Estava entrando inconscientemente numa zona de conforto que por certo me remeteria a condição de um profissional medíocre e impotente diante das grandes transformações ocorridas nas últimas décadas. Quando percebi a necessidade de ampliar os horizontes de atuação profissional, já havia passado três anos da conclusão do ensino médio.

Hoje, vendo alunos que concluem o ensino médio com 16 anos, tenho algumas preocupações e certamente um grande desafio como docente. Talvez a profissão que mais sofre com as pressões sociais seja a atividade docente, especialmente a do ensino superior. Como docentes, temos que ter a clara noção de que, a cada ano, nos tornamos mais velhos em relação aos nossos alunos. Mas só isso não é suficientemente motivador para repensarmos nossas ações num ambiente tão mutante em que o ato de ensinar está inserido.

Hoje, mais do que nunca, a formação superior representa a autonomia, o caminho que pretendemos seguir enquanto cidadãos.

A profissão que nossos alunos escolhem para esse vôo muitas vezes turbulento é feita muito cedo. Além disso, nunca tivemos tantas opções de escolha para o que queremos ser no futuro. Temos, portanto, que fazer escolhas importantes ao longo da nossa vida. Uma delas é administrar a nós próprios. Essa mudança é maior do que a trazida por qualquer tecnologia. Por isso, clareza, concepção clara, caráter, persistência, ousadia, devem ser palavras repetidas e praticadas todos os dias nas nossas aulas. Por tudo isso, e por entender que a atividade docente é o motor de partida dessa locomotiva chamada atividade profissional, acredito ser necessário que tenhamos a clareza desse papel tão importante na vida dos nossos alunos. Temos que nos transformar em mediadores das ações dos alunos como profissionais no mundo real.

Um curso superior é um grande laboratório, é o simulador de vôo para esse mundo. O sucesso nessa trajetória é decorrente dos ensaios e do tempo que nos dedicamos no espaço de aprendizagem.

Não é mais usual na vida profissional acreditarmos na sorte. Para mim, sorte deve ser comemorada como um troféu quando o evento ocorrer, mas não deve ser encarada como única alternativa para ter sucesso na vida. Sucesso é, portanto, a soma das oportunidades ao longo da vida, mais a preparação que tivermos ao longo dela. É a verdadeira passagem da velha economia de commodities para a era do capital intelectual e das competências. Então, você pode espantar os corvos ou drenar o pântano, mas terá que fazer isso com muita competência e acreditar, sobretudo, que a mudança é inexorável.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

7 de SETEMBRO - COMEMORAR?

Sou do tempo que a disciplina de EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA era obrigatória no currículo do ensino fundamental. Na semana da pátria tinha órdem unida e o amor pelo brasil e respeito pelo pavilhão nacional era questão de honra.
Em 20 anos muita coisa mudou e infelizmente para pior. Hoje o hino é cantado em cerimônias oficiais e jogos de futebol.
É uma pena que tenhamos literalmente deitado em berço explêndido.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

APRENDA A DESAPRENDER - Cesar Souza

Todo mundo sabe que é preciso adquirir novas competências a fim de garantir uma carreira de sucesso. Mas, em certos momentos da vida executiva, o melhor a fazer é aprender a... desaprender!
Todo mundo sabe que é preciso adquirir novas competências a fim de garantir uma carreira de sucesso - e é mesmo. Mas você já se perguntou o que de fato precisa aprender? Nem sempre é o que parece mais óbvio. Acredite: em certos momentos da vida executiva o melhor a fazer é aprender a... desaprender!
Descubra seu Ponto C, seu ponto de competência. Pare de ficar apenas tentando superar suas limitações, seus pontos fracos. Invista naquilo em que você já é bom e que pode torná-lo melhor ainda. E que, de preferência, coincida com aquilo que vai agregar valor aos resultados da empresa.
Não adianta você ser supercompetente em algo desatrelado das competências necessárias ao sucesso do negócio da sua empresa naquele momento específico. Esse ponto C será o seu diferencial. Mas para chegar lá é preciso, antes, livrar-se do que pode até ter sido útil no passado, mas tornou-se um empecilho para aprender o novo.
Precisamos deletar conhecimentos, atitudes, habilidades e preconceitos para abrir espaço para nos voltar para o futuro. Temos muito o que desaprender. Mas não se trata apenas de técnicas. Trata-se mais de postura, de atitudes, do modelo mental que ainda prevalece em nosso dia-a-dia empresarial.
É preciso desaprender certas crenças da nossa cultura empresarial. Pérolas do pensamento como "subordinados são pagos para fazer e não para pensar" e "cada macaco no seu galho" — inspiradoras da departamentalização excessiva — e o "manda quem pode obedece quem tem juízo", acabam aprisionando a energia criativa das pessoas.
A liderança, tal como a conhecemos hoje, está com os dias contados. Os velhos e surrados atributos do líder foram concebidos para uma realidade que já não existe mais. E o líder baseado apenas no carisma é uma espécie em extinção. Precisamos desaprender a nos posicionar como experts. A vez do especialista, do profissional unifuncional, está chegando ao fim. Ainda é uma herança da era industrial. Salvo raras exceções, não dá mais para fazer uma carreira apenas dentro de uma área e chegar a diretor ou vice-presidente tendo passado por todas as seções dentro dessa área.
O futuro estará nas mãos dos multifuncionais, daqueles que tiverem experiência em vendas, em finanças, em logística, na gestão de pessoas. Mais do que um profissional especializado em técnicas, os líderes empresariais desejarão cada vez mais aqueles que entendam do negócio da empresa como um todo. Aqueles que sejam multicompetentes.
É preciso que nós desaprendamos a viver voltados para dentro da empresa. Os resultados não são mais gerados só dentro das "paredes" da empresa. O diferencial reside do lado de fora, na conexão desta com seus clientes, parceiros, fornecedores, formadores de opinião.
O capital intelectual não é sinônimo do quadro de funcionários. É necessário propor projetos de capacitação em competências para distribuidores, PDVs, fornecedores, parceiros e para as comunidades onde operam. A competência tem de estar em toda a cadeia de valor do negócio da empresa.
Precisamos desaprender a viver com medo, criar um clima de maior tolerância para riscos, tomar mais iniciativa, sermos mais proativos e com isso encorajar outros. Vivemos engaiolados por normas e estruturas. Muitos líderes querem encorajar pessoas a serem mais ousadas, a dar vazão à criatividade, mas eles próprios não se comportam da forma que apregoam. Precisamos desaprender a educar pelo discurso e aprender a educar pelo exemplo.
Aprender a desaprender é o segredo daqueles que conseguem identificar - e com clareza - o Ponto C. Mas, competência não é sinônimo de conhecimento. Só chega ao Ponto C quem agrega valor e disponibiliza resultados para a empresa onde trabalha e para a sociedade onde vive.
Por César Souza (presidente da Empreenda, empresa de consultoria em estratégia, marketing e recursos humanos, além de autor e palestrante)

sexta-feira, 17 de julho de 2009

CHAPECÓ-SC ENTRE AS 100 MELHORES CIDADES PARA FAZER CARREIRA

Em 16/07/2009 às 09:33 A revista Vocês S.A. divulgou na edição nº 133, deste mês de julho, pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas, do Rio de Janeiro, apontando as 100 melhores cidades brasileiras para se construir carreira. Na pesquisa, Chapecó figura em 83ª colocação, à frente de cidades como São Leopoldo (RS), Criciúma (SC), Ponta Grossa (PR) e Foz do Iguaçu (PR), e de capitais como Palmas (TO) e Porto Velho (RO).Foram analisadas 127 cidades, a partir de três indicadores: educação, vigor econômico e saúde. As cidades avaliadas fazem parte das 5% maiores do país, têm pelo menos 170 000 habitantes e 210 milhões de reais de depósitos à vista.OS CRITÉRIOS: 1 Educação (peso 3) Número de matrículas e oferta de cursos de graduação, mestrado e doutorado. 2 Vigor econômico (peso 2) Arrecadação do Imposto sobre Serviços (ISS) e Produto Interno Bruto (PIB) municipal, ambos per capita. 3 Saúde (peso 1) Número de leitos e de profissionais de saúde para cada 1 000 habitantes.

domingo, 5 de julho de 2009

A IMPORTÂNCIA DE UMA NETWORK

O relacionamento e o seu poder sobre as ações empreendidas no mundo profissional é surpreendente. Quem prometeu fazer muitos amigos, buscar novas oportunidades, estabelecer novos desafios em 2009 deve iniciar um balanço do ano para ver de realmente cumpiu a promessa.
Mas criar ou ampliar a network (rede de relações), não tem hora para iniciar. As portas se abrem a todo o momento, mas muitas vezes não temos a coragem para entrar. Relacionar-se é uma habilidade não rara, mas manter o relacionamento pode ser um desafio muito maior.
O mapa do caminho que pretendemos seguir é riscado por muitas mãos, mas a arte final que deve fazer somos nós. Não adianta alguém dizer a você que o sucesso faz parte do seu DNA e você esperar isso a vida toda sem fazer nenhum esforço. A pergunta que devemos sempre nos fazer é: Porque estamos aqui? O que viemos fazer? A partir disso, passamos a ver o mundo de outra forma. Ver um mundo onde não há desconexão. Pelo contrário, um mundo como o que estamos vivendo, as conexões que devemos estabelecer são fundamentais para o sucesso ou para o fracasso.Os grandes líderes constroem e consolidam suas ações porque exercitam o relacionamento a todo o momento. Francis Bacon disse a mais de 500 anos que não devemos semear nada pensando na colheita imediata. Precisamos cultivar as coisas pouco a pouco. Essa frase é muito atual e nos remete a necessidade de construir e cultivar as relações no longo prazo.
Mas qual é o papel das organizações nesse processo? Um ambiente fértil para a construção de relações é o ambiente em que vivemos a maior parte do nosso tempo. Normalmente é o local de trabalho. Uma pesquisa realizada por professores da FGV revelou que a maioria das demissões nas maiores organizações empresariais, ocorreram pela falta de relacionamento ou pela dificuldade de conduzir um ambiente harmonioso onde o bom senso, a colaboração, o espírito de equipe devem prevalecer. As organizações são como vitrines, nos expõem, nos vendem, nos compram. É um verdadeiro e eterno big brother. Portanto, aproveite os momentos e o ambiente que você tem para criar essa grande rede de relações e ser bem sucedido na vida.